Pela terceira edição consecutiva, Marcus D'Almeida subiu ao pódio de um Campeonato Mundial de tiro com arco. Na madrugada desta quinta-feira (11), o brasileiro garantiu a medalha de prata do recurvo individual, em Gwangju, na Coreia do Sul. A final terminou empatada em 5 a 5. Assim, precisou ser decidida na "flecha da morte", quando o espanhol Andrés Temiño levou a melhor e ficou com o ouro.
– Estou feliz demais com o meu resultado. Foi um Mundial que começou com muitas mudanças. No primeiro dia de treinamento, a lâmina do meu arco principal quebrou. Decidi então trocar por outro modelo e também substituí o arco reserva por um completamente novo. Todo o ano teve... [Leia mais]
Pela terceira edição consecutiva, Marcus D'Almeida subiu ao pódio de um Campeonato Mundial de tiro com arco. Na madrugada desta quinta-feira (11), o brasileiro garantiu a medalha de prata do recurvo individual, em Gwangju, na Coreia do Sul. A final terminou empatada em 5 a 5. Assim, precisou ser decidida na "flecha da morte", quando o espanhol Andrés Temiño levou a melhor e ficou com o ouro.
– Estou feliz demais com o meu resultado. Foi um Mundial que começou com muitas mudanças. No primeiro dia de treinamento, a lâmina do meu arco principal quebrou. Decidi então trocar por outro modelo e também substituí o arco reserva por um completamente novo. Todo o ano teve aprendizados e vitórias. Obrigado a todo mundo que torceu por mim – escreveu Marcus nas redes sociais, após a cerimônia do pódio.
O caminho até a final em Gwangju teve momentos marcantes. O brasileiro passou pelo sul-coreano Kim Woo-jin, atual campeão olímpico e algoz de Marcus nos Jogos de Paris. Os dois também tinham se encontrado na decisão do Mundial de 2021, com outra vitória do arqueiro asiático.
Depois de Kim Woo-jin, Marcus D'Almeida venceu o holandês Senna Roos nas oitavas, o canadense Eric Peters nas quartas e o italiano Matteo Borsani na semifinal do Mundial. Todos os confrontos tiveram superioridade do brasileiro, sem a necessidade da temida "flecha da morte", usada para desempate.
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Marcus é o atual terceiro colocado do ranking do recurvo masculino. Nas últimas duas edições do Mundial, em 2021 e 2023, o brasileiro tinha levado prata e bronze, respectivamente. A competição é a mais importante do circuito do tiro com arco e ocorre a cada dois anos (sempre ímpares).
Em Gwangju, Marcus ainda alcançou outro resultado histórico para o Brasil. Ao lado de Matheus Ely e Matheus Gomes, terminou na quarta posição da disputa por equipes masculinas, um feito inédito para o time verde-amarelo em Mundiais.