Dia 16 de março de 2024. Com uma derrota nos pênaltis para o rival Sport, o Santa Cruz é eliminado na semifinal do Campeonato Pernambucano e coloca o ponto final na sua temporada. A primeira do clube sem um calendário nacional. Era o fundo do poço.
Dia 7 de setembro de 2025. Quase um ano e meio depois, o Santa Cruz empata com o América-RN e consegue sair da Série D, após quatro temporadas. No gramado da Arena das Dunas, o empresário Iran Barbosa revela que a proposta final para a compra da SAF do clube está assinada. É a esperança.
Dono de uma torcida apaixonada, que mesmo no porão do futebol brasileiro... [Leia mais]
Dia 16 de março de 2024. Com uma derrota nos pênaltis para o rival Sport, o Santa Cruz é eliminado na semifinal do Campeonato Pernambucano e coloca o ponto final na sua temporada. A primeira do clube sem um calendário nacional. Era o fundo do poço.
Dia 7 de setembro de 2025. Quase um ano e meio depois, o Santa Cruz empata com o América-RN e consegue sair da Série D, após quatro temporadas. No gramado da Arena das Dunas, o empresário Iran Barbosa revela que a proposta final para a compra da SAF do clube está assinada. É a esperança.
Dono de uma torcida apaixonada, que mesmo no porão do futebol brasileiro detém a 11ª maior média de público pagante da temporada, com 23.127 pessoa por jogo, o tricolor pernambucano inicia o seu processo de ressurreição dentro do cenário nacional. E projeta voos ainda mais altos.
Em entrevista coletiva na última quarta-feira, o presidente Bruno Rodrigues projetou para pouco mais de dois meses a conclusão da transformação do futebol do clube em uma SAF.
Com isso, se dará início ao processo de reforma e requalificação do estádio do Arruda, que desde 2015 vem sendo utilizado com a sua capacidade reduzida. Motivo que fez o Santa disputar os jogos finais da Série D na Arena de Pernambuco. Serão R$ 100 milhões em melhorias, durante três anos.
- A alta expectativa em um grande investimento traz uma perspectiva diferente de tudo que o clube viveu em sua história, sempre marcada pela dificuldade de aporte financeiro - completou Cabral.
No futebol (profissional, base, feminino e futsal) a promessa é de um orçamento mínimo de R$ 36 milhões ao longo da temporada. O que representa, por média, R$ 3 milhões em investimento por mês. Dessa forma, o Santa Cruz deve disputar a Série C em 2026 com uma das maiores folhas da competição.
O projeção de investimento mínimo no futebol tricolor, em caso de disputa de Série B, salta para R$ 52 milhões, e em uma disputa de Série A, para R$ 100 milhões.
Cabral Neto, porém, faz um adendo. Ter uma realidade financeira melhor não significa automaticamente sucesso dentro de campo.
- Cada escolha feita terá grande peso e serão importantíssimas para esse momento de reconstrução. Se o clube conseguir unir as boas práticas profissionais e um alto investimento financeiro, a tendência é que o Santa reconquiste, cada vez mais, relevância nacional - encerrou o comentarista.