OS DOIS LADOS, BOM E RUIM, NA ESTREIA DE MARIA GRAZIA CHIURI NA FENDI

 26/02/2026 • Diretora criativa aposta em silhuetas marcantes, mas a revalorização da pele animal reacende um debate ético que a moda já deveria ter superado

A estreia de Maria Grazia Chiuri no comando da Fendi
foi um exercício de expectativa – boas e ruins. É fato que o desfile apresentado em Milão revelou uma narrativa clara: reconstruir identidade sem romper com a história. O mantra projetado na passarela, “Less I, More Us” (menos eu, mais nós) sintetizava a intenção de coletividade, pluralismo e colaboração que permeou a coleção. Ainda assim, o resultado carregava uma assinatura autoral inconfundível.


Chiuri falou antes do show sobre silhueta
— e cumpriu a promessa. O foco estava na construção das formas: ombros estruturados, cinturas desenhadas, volumes controlados e uma... [Leia mais]

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