No último sábado (6), Davi Belfort cravou seu nome como o primeiro quarterback brasileiro na história a jogar uma partida oficial na primeira divisão da NCAA - a liga de futebol americano universitário dos Estados Unidos. Após a estreia pela universidade de Central Florida (UCF), depois do primeiro ano no "College Football" ter sido pela Virginia Tech, o carioca de 20 anos deixou claro que tem planos cada vez mais ambiciosos.
Apesar de estar no começo do segundo ano no futebol americano universitário, Davi Belfort - listado como terceiro reserva na partida contra North Carolina A&T - tem confiança de que, em 2026, o "time do UCF Knights será seu".
- N... [Leia mais]
No último sábado (6), Davi Belfort cravou seu nome como o primeiro quarterback brasileiro na história a jogar uma partida oficial na primeira divisão da NCAA - a liga de futebol americano universitário dos Estados Unidos. Após a estreia pela universidade de Central Florida (UCF), depois do primeiro ano no "College Football" ter sido pela Virginia Tech, o carioca de 20 anos deixou claro que tem planos cada vez mais ambiciosos.
Apesar de estar no começo do segundo ano no futebol americano universitário, Davi Belfort - listado como terceiro reserva na partida contra North Carolina A&T - tem confiança de que, em 2026, o "time do UCF Knights será seu".
- Na verdade, eu aprendi a jogar, porque o futebol americano é um esporte muito complexo. É mais do que só jogar no campo. Então, quando eu cheguei aqui, já tinham outros quarterbacks mais velhos e que também já estavam aqui há um tempão, entendeu? Cheguei aqui praticamente quase antes da temporada começar. Então, foi muito difícil de aprender o playbook 100%, mas aprendi muito rápido, e já estava fazendo jogadas no campo inteiro, no Fall Camp. Como falei, a minha meta é esse time ser meu no ano que vem.
Passada a emoção por entrar em campo em uma partida oficial da NCAA, Davi Belfort descreveu qual foi a sensação de fazer a estreia pela UCF e detalhou os dias que antecederam partida contra North Carolina, conquistando a comissão técnica e ganhando espaço nos treinos.
- Eu sabia que ia entrar nesse jogo porque estou treinando muito, muito bem. Desde que cheguei aqui, eu tive um Fall Camp muito bom. Os técnicos aqui me amam. Eles acham que eu sou o futuro do programa. E eles estavam me falando a semana inteira pra eu ficar pronto. Porque você nunca sabe quando a sua chance vai chegar.
- E foi uma sensação incrível. Uma coisa que eu sonhava muito desde criança. Foi muito trabalho, muito esforço, muitas pessoas que me ajudaram a chegar nesse momento. E, óbvio, sem Deus eu não ia estar aqui onde eu estou. E a coisa legal é que é só o começo da jornada. Na hora, eu nem percebi que era uma coisa tão legal e que eu estava fazendo história, sendo o primeiro quarterback brasileiro a fazer o que eu consegui fazer. E também, depois do jogo, eu recebi várias mensagens, vendo todo o amor das pessoas, do Brasil. Então, realmente, foi uma honra bem legal. Eu estava muito, muito feliz. E sempre é bom poder representar o país que eu amo tanto, o Brasil. Foi muito legal mesmo.
Davi Belfort admitiu ainda que a "ansiedade bateu forte" nos dias que antecederam sua estreia pela UCF, mas que sempre se sentiu preparado para poder desempenhar bem o papel, quando fosse chamado.
- Eu queria muito que chegasse o momento. Realmente, nem estava nervoso. Mas eu estava tão preparado e tão pronto para esse momento, que eu sabia que, quando entrasse no campo, ia brilhar. Eu só queria que a hora chegasse antes. Eu falei para um jogador titular, que é meu amigo. Falei "cara, põe mais pontos possíveis para eu poder entrar no campo". E eles conseguiram fazer isso. Então, foi muito bom. Foi muito bom mesmo.