Ao menos uma em cada dez brasileiras assassinadas em 2024 já tinham medidas protetivas concedidas pela Justiça,
que deveriam resguardá-las de seus agressores. O alerta vem da pesquisa
Retrato dos Feminicídios no Brasil
, elaborada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e divulgada nesta quarta-feira (4). O levantamento revela um cenário persistente e preocupante: em 2025, foram registrados
1.568 casos de feminicídio
, o que representa crescimento de 4,7% em relação a 2024 e de 14,5% na comparação com 2021. A taxa nacional chegou a [Leia mais]
Ao menos uma em cada dez brasileiras assassinadas em 2024 já tinham medidas protetivas concedidas pela Justiça,
que deveriam resguardá-las de seus agressores. O alerta vem da pesquisa
Retrato dos Feminicídios no Brasil
, elaborada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e divulgada nesta quarta-feira (4). O levantamento revela um cenário persistente e preocupante: em 2025, foram registrados
1.568 casos de feminicídio
, o que representa crescimento de 4,7% em relação a 2024 e de 14,5% na comparação com 2021. A taxa nacional chegou a
1,43 morte por 100 mil mulheres
.
Chama atenção a situação do estado cearense. Dados anteriores ao relatório de 2026 indicam que o estado tem consistentemente apresentado uma das menores taxas de feminicídio no país. Por exmeplo, o Ceará já registrou uma taxa de 0,9 feminicídios por 100 mil mulheres, inferior à média nacional, nos dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2023. Essa baixa taxa, porém, pode não refletir uma situação de menor violência, mas sim problemas na forma como os homicídios de mulheres são classificados como feminicídios nas bases de dados oficiais.