Breno Faria, servidor ativo da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e influenciador com mais de 2 milhões de seguidores, foi denunciado ao Ministério Público Federal (MPF) e à Corregedoria da PRF na última quarta-feira, 8. As acusações, feitas por duas advogadas e pela deputada Ediane Maria (PSOL), apontam que ele viola normas da corporação ao explorar economicamente a fama nas redes sociais — promovendo produtos e publicidade — e ao supostamente disseminar conteúdo discriminatório e misógino, classificando comportamentos e vestuários femininos como “errados” ou “sem valor”.
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Breno Faria, servidor ativo da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e influenciador com mais de 2 milhões de seguidores, foi denunciado ao Ministério Público Federal (MPF) e à Corregedoria da PRF na última quarta-feira, 8. As acusações, feitas por duas advogadas e pela deputada Ediane Maria (PSOL), apontam que ele viola normas da corporação ao explorar economicamente a fama nas redes sociais — promovendo produtos e publicidade — e ao supostamente disseminar conteúdo discriminatório e misógino, classificando comportamentos e vestuários femininos como “errados” ou “sem valor”.
Breno nega fazer parte da bolha Redpill e alega querer “ajudar mulheres” com seu conteúdo. Em setembro, o influencer deu entrevista a VEJA em um reportagem sobre coaches de relacionamento na internet.
“Não me considero machista. Eu falo de masculinidade e confundem isso. Nunca disse que a mulher não pode trabalhar, que tem que viver pro lar. Apenas acredito que a realização feminina está em cuidar e embelezar o lugar. Tenho convicção que o dom da maternidade traz mais da realização do que um carreira”, disse.
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