Em rostos mais emagrecidos, por exemplo, pode-se optar por recursos que reposicionam a camada muscular sob a pele. Já em casos de sulcos profundos (como o “bigode chinês”) ou perda do contorno da mandíbula, o deep plane costuma ser a saída. E é nesse contexto que chamam atenção os resultados que estão na cara das celebridades. Além de Richards, fizeram barulho as montagens de antes e depois da socialite americana Kris Jenner, de 70 anos, e do ator Brad Pitt, de 62. O trunfo se deve ao fato de que, no deep plane, o rosto é reorganizado de dentro para fora, reposicionando fatias de músculo, gordura e pele. Mudança total, mas sem pecar pelo excesso, claro. Richards não só... [Leia mais]
Em rostos mais emagrecidos, por exemplo, pode-se optar por recursos que reposicionam a camada muscular sob a pele. Já em casos de sulcos profundos (como o “bigode chinês”) ou perda do contorno da mandíbula, o deep plane costuma ser a saída. E é nesse contexto que chamam atenção os resultados que estão na cara das celebridades. Além de Richards, fizeram barulho as montagens de antes e depois da socialite americana Kris Jenner, de 70 anos, e do ator Brad Pitt, de 62. O trunfo se deve ao fato de que, no deep plane, o rosto é reorganizado de dentro para fora, reposicionando fatias de músculo, gordura e pele. Mudança total, mas sem pecar pelo excesso, claro. Richards não só foi submetida a essa reforma como provavelmente passou por uma elevação de supercílios e blefaroplastia para erguer as pálpebras.
Além da evolução técnica, vem mudando também o perfil do paciente. O público de 50 a 70 anos continua cativo, mas não está mais sozinho. Pesquisas e a rotina de consultório revelam que é cada vez mais comum pessoas na faixa dos 40 procurarem esse tipo de intervenção. Nessa onda, nomes como a cantora Anitta e a atriz Emma Stone alimentam os burburinhos depois de aparições com o rosto mais esculpido. “Essa tendência se deve à maior exposição da própria imagem, aos resultados mais naturais das cirurgias atuais e também à frustração com o excesso de procedimentos minimamente invasivos”, diz o cirurgião André Auersvald, membro da SBCP. Outra demanda vem de pacientes jovens que usaram canetas emagrecedoras e ficaram com a face murcha.
Os especialistas rejeitam a noção de um lifting preventivo, uma vez que o envelhecimento não segue um roteiro fixo, mas percebem que, entre os 40 e os 50 anos, os resultados tendem a ser otimizados devido às próprias características da pele, como a elasticidade. A despeito da idade, porém, o que segue primordial é a busca de profissionais gabaritados. E a desconfiança de promessas nas redes sociais. “Cuidado com quem diz que resolve tudo sem cicatriz, sem risco e sem recuperação”, alerta Auersvald. Procedimentos como o lifting exigem apuro técnico, estrutura adequada e respeito ao pós-operatório. Do contrário, o sonho hollywoodiano escorrerá rosto abaixo.