A Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) determinou a apreensão de um chá produzido em galpão clandestino e a proibição de um suplemento alimentar associado a um surto de contaminação nos Estados Unidos.
Segundo a Anvisa, o chá era produzido em Arcos (MG), sem alvará sanitário. A inspeção, feita em parceria com a vigilância estadual, identificou irregularidades graves na fabricação do produto. Na rotulagem, o produto ainda atribuía a produção à Wevj Industria de Suplementos
, o que levanta dúvidas sobre a origem real.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) determinou a apreensão de um chá produzido em galpão clandestino e a proibição de um suplemento alimentar associado a um surto de contaminação nos Estados Unidos.
Segundo a Anvisa, o chá era produzido em Arcos (MG), sem alvará sanitário. A inspeção, feita em parceria com a vigilância estadual, identificou irregularidades graves na fabricação do produto. Na rotulagem, o produto ainda atribuía a produção à Wevj Industria de Suplementos
, o que levanta dúvidas sobre a origem real.
Suplemento com moringa
De acordo com a Anvisa, produto está ligado a um surto de infecção por Salmonella
resistente a antibióticos nos Estados Unidos, conforme alerta da U.S. Food and Drug Administration (FDA)
. A decisão no Brasil é preventiva: embora não haja confirmação de importação comercial, anúncios em plataformas de e-commerce indicam que consumidores podem ter adquirido o suplemento por conta própria.
A bactéria costuma provocar sintomas como diarreia, febre e cólicas entre 12 e 72 horas após o consumo. Na maioria dos casos, o quadro dura até uma semana, mas a cepa envolvida no surto preocupa por resistir a tratamentos convencionais, exigindo medicamentos mais potentes em casos graves.
Crianças pequenas, idosos e pessoas com imunidade comprometida estão entre os grupos com maior risco de complicações, que podem incluir infecções mais sérias.
Substância já é proibida no Brasil
O que fazer
No caso de produtos já adquiridos, a recomendação é interromper o uso imediatamente. Denúncias podem ser feitas às vigilâncias locais ou diretamente à Anvisa clicando aqui.