AUTISMO: COMO AS REDES SOCIAIS EXPANDIRAM O AUTODIAGNÓSTICO

 16/04/2026 • Saúde mental e neurodesenvolvimento exigem mais do que qualquer tentativa de identificação de condições por meio de vídeos curtos na internet

00Não é difícil entender por que tantos jovens têm recorrido às redes sociais para tentar nomear o que sentem. Em poucos segundos, um vídeo fala sobre dificuldade de concentração, exaustão social, incômodo com estímulos, sensação de inadequação ou necessidade extrema de rotina. Quem assiste se reconhece. E, muitas vezes, conclui: “é isso que eu tenho”.


Esse movimento é compreensível. Ele nasce de uma geração mais aberta a falar sobre saúde mental, mais interessada em se compreender e menos disposta a naturalizar sofrimento. Isso é positivo. O problema começa quando a busca por respostas encontra, como principal... [Leia mais]

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