O ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, que morreu aos 68 anos nesta sexta-feira, 17, encarou com força e resiliência o diagnóstico de câncer cerebral em 2011.
Após a confirmação da lesão, ele foi submetido a mais de uma cirurgia para remoção de tumores, além de sessões de radioterapia e de quimioterapia.
Durante 11 anos, realizou o tratamento e, em 2022, fez um anúncio de interrupção da quimioterapia. Isso chegou a ser confundido com um momento de desistência do homem que tantas vezes brigou até o último segundo para alcançar uma vitória.
O motivo, no entanto,... [Leia mais]
O ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, que morreu aos 68 anos nesta sexta-feira, 17, encarou com força e resiliência o diagnóstico de câncer cerebral em 2011.
Após a confirmação da lesão, ele foi submetido a mais de uma cirurgia para remoção de tumores, além de sessões de radioterapia e de quimioterapia.
Durante 11 anos, realizou o tratamento e, em 2022, fez um anúncio de interrupção da quimioterapia. Isso chegou a ser confundido com um momento de desistência do homem que tantas vezes brigou até o último segundo para alcançar uma vitória.
O motivo, no entanto, foi relatado com o bom humor que era uma de suas características marcantes e deu esperança aos fãs. Classificando o episódio como uma “confusão danada”, explicou que tinha, na verdade, recebido alta.
“Não estou desistindo do meu tratamento. Recebi alta do meu médico. Estou seguindo o conselho do meu médico que acha que eu estou curado. E estou mesmo! Eu venci essa batalha!”, disse, em 2022, em vídeo publicado em sua conta no Instagram.
Câncer no cérebro
O câncer de cérebro não tem uma causa específica e, segundo o Inca, é classificada como uma doença multifatorial, de modo que as alterações que levam ao aparecimento do tumor são adquiridas ao longo da vida por exposição ou condições genéticas. O órgão estima 12.060 novos casos e 10.454 mortes por ano.
Os principais sintomas são dores de cabeça intensas e frequentes — às vezes acompanhadas de vômito —, epilepsia, crises convulsivas e perda de funções neurológicas.
Exames físicos, neurológicos e de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética com contraste são os principais métodos para o diagnóstico.
“Além dos exames de imagem, alguns tumores necessitam de investigação diagnóstica complementar com exames de laboratório, campimetria visual, audiometria e avaliação médica específica por outras especialidades”, explica nota informativa do Inca.
O tratamento é definido a partir do tipo de tumor, identificado a partir de biópsia, e pode incluir cirurgia, quimioterapia e radioterapia.